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Entre os dias 28 e 30 de julho, a cidade de Caucaia, no Ceará, recebeu o Segundo Seminário Nacional para Animadores Vocacionais, organizado pela Comissão Episcopal para os Ministérios Ordenados e a Vida Consagrada da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB). O evento reuniu 160 participantes de todas as regiões do país para discutir o tema “Animação Vocacional no Mundo Digital: Desafios e Perspectivas”. Representando o Regional Leste 3 estava o seminarista Jardel Martins Ferreira, 3 ano de teologia do Seminário Nossa Senhora da Penha.

O seminário contou com palestras e oficinas conduzidas pelo Ir. Márcio, dos Irmãos Maristas, e Marcus Tullius, coordenador da PASCOM Brasil. Ambos trouxeram contribuições valiosas sobre como integrar a animação vocacional no ambiente digital, destacando tanto as oportunidades quanto os desafios desta nova realidade.

Os participantes avaliaram o evento como uma oportunidade significativa para encontros e reencontros, proporcionando momentos de partilha das diversas experiências de animação vocacional nas diferentes regiões do país. “Foi um espaço rico para trocar vivências e fortalecer nossa missão”, comentou uma das participantes.

O tema central do seminário levou os animadores vocacionais a refletirem sobre a presença da Igreja no mundo digital. Segundo os assessores, essa presença deve ser humanizadora e capaz de criar espaços de encontro, relacionamento e comunidade, e não apenas uma atuação mecânica. “Precisamos estar no digital de forma autêntica, criando laços verdadeiros e acolhedores”, destacou Marcus Tullius.

Outro ponto abordado foi a importância do testemunho de vida real nos meios digitais. Para os participantes, a animação vocacional exige paciência, verdade e a capacidade de “perder tempo” com as pessoas, valorizando os processos e os encontros genuínos. “Nosso trabalho no digital deve refletir a nossa vida real e os nossos valores”, afirmou Ir. Márcio.

A animação vocacional no mundo digital representa um novo campo de missão para a Igreja, desafiando os animadores a inovar e se adaptar sem perder de vista a essência humanizadora e comunitária da sua missão.